segunda-feira, 1 de março de 2010


        É um disparate querer proibir a pesquisa e o consequentemente possível revisionismo histórico. Surge agora do autor Erkki Hautamäki o livro Finland in stormen öga (Finlândia no olho da tormenta), que vem revelar aspectos totalmente novos da Segunda Guerra. A obra foi publicada em sueco – uma edição alemã está sendo preparada pela editora Pour Le Merite. O autor teve acesso a anotações do marechal C.G.R. Mannerheim, que foi comandante em chefe das forças finlandesas que enfrentaram a União soviética. Certamente não foram divulgadas antes em função da delicada situação vivida pelo país em relação à União Soviética, enquanto esta existia.
          Hautamäki nos confirma a imagem daquele Stálin que em momento algum abandonara a idéia do domínio mundial, mesmo quando firmou o pacto de não-agressão com Hitler em 23 de agosto de 1939. Vamos saber agora que menos de um mês depois, em 15 de outubro, Stálin assinou um pacto supersecreto com Churchill (este ainda Primeiro Lorde do Almirantado britânico, mas já pré-destinado a substituir Chamberlain no comando). Combinaram ali uma estratégia para acabar com a Alemanha. Churchill realizaria um sonho que já acalentara durante a Primeira Guerra: Encurralar seu inimigo figadal por todos os lados, acabando com ele. A Alemanha não lutaria apenas em duas frentes, seria virtualmente estrangulada. O plano previa que a União Soviética atacaria a Finlândia (como fez). As potências ocidentais, Grã-Bretanha e França, a pretexto de prestar socorro aos finlandeses, mandariam tropas através dos países escandinavos, Noruega e Suécia, com ou sem licença destes. Uma vez ali assentados iniciar-se-ia um ataque coordenado, previsto em tese para o dia 10 de maio de 1940. O planejamento estratégico foi provavelmente confirmado por Churchill nos primeiros dias de fevereiro de 1940 e entregue no dia 9 a um emissário de Stálin que o encaminhou por avião a Moscou. Alertados pelo serviço secreto, os alemães interceptaram o avião sobre o Mar Báltico, obrigando-o a pousar. Fotografaram os documentos e mandaram seguir. Ao próprio Mannerheim remeteram cópias de parte dos documentos em 9 de março.
          Stálin naturalmente soube do vazamento ocorrido, mas aparentemente não avisou os ingleses. É que o projeto dele sempre foi o de que as forças ocidentais se digladiassem entre si, enfraquecendo-se a ponto de lhe facilitar a Revolução Mundial.
          Segue um croqui ilustrando as idéias deste pacto tripartite, que estaria sendo revelado agora por iniciativa que parte da Finlândia.
 
          Vale lembrar que já em abril daquele ano Alemanha (9.4) e Grã-Bretanha (14.4) iniciam uma corrida para ocupar a Noruega na qual a Alemanha acabou levando a melhor após encarniçadas batalhas. E os alemães sabiam das verdadeiras intenções dos soviéticos, tanto que buscaram desesperadamente a paz com a Inglaterra. Quando viram que o tempo trabalhava a favor de Stálin, lançaram-se ao ataque contra o mesmo em junho do ano seguinte.
Que a revelação do arquivo pessoal do general finlandês Mannerheim valha também para que certos legisladores se convençam do absurdo que fizeram, ou pretendem fazer, de conceder caráter dogmático a determinados conceitos históricos. A maior parte dos arquivos da época permanece sob o mais rígido segredo de estado.




99% dos testemunhos não podem ser comprovados

11 de Fevereiro, 2010
“Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
 O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B).
O que é inacreditável e equivale a algo sensacional é a declaração de van Pelt no STAR, onde ele disse que nossos conhecidos testemunhos sobre Auschwitz não possam ser comprovados criminalmente (investigação forense). Devido a uma declaração deste porte, inúmeros pesquisadores do Holocausto foram/estão jogados por anos nas masmorras. Em 2009, por exemplo, Horst Mahler foi preso e deve cumprir uma pena de mais de 12 anos. Aqui as passagens mais importantes de Robert Jan van Pelt na entrevista ao STAR:
“Robert Jan van Pelt é arquiteto e especialista sobre Auschwitz. Ele declarou:
’99% daquilo que sabemos sobre Auschwitz não podem ser comprovados através da ciência. Nosso conhecimento é parte do conhecimento herdado… Neste sentido, eu não acredito que o Holocausto seja algo fora do comum. No futuro, quando lembrarmos o Holocausto, nós o faremos da forma que é feito com a maioria das coisas do passado. Nós relacionaremos nosso conhecimento à literatura e aos depoimentos das testemunhas… Nós tivemos muito sucesso em lembrar o passado desta forma. [...] Colocar o Holocausto em uma categoria separada e exigir que mais provas materiais sejam fornecidas, significa de fato nos curvarmos diante dos negadores do Holocausto, onde estaríamos disponibilizando um tipo de prova especial’.” [The Star, Canadá, 27/12/2009]
http://www.thestar.com/news/insight/article/742965–a-case-for-letting-nature-take-back-auschwitz
O maior genocídio da história mundial deve permanecer segundo, van Pelt, sem comprovação criminal e ao invés disso, melhor seria se apoiar nos conhecidos testemunhos dos ex-prisioneiros de Auschwitz.Estes testemunhos, caro leitor, cada um de nós deveria conhecer. O livro de Jürgen Graf – “Auschwitz: confissões dos assassinos e testemunhas do Holocausto” – apresenta um relato ímpar sobre o tema.
O que para a maioria das pessoas comuns possa parecer impossível é de fato realidade: ao longo do processo de Auschwitz em Frankfurt (50/Ks 2/63), que durou muitos anos, nunca houve uma autópsia sequer, nem investigações forenses da arma do crime, embora o tribunal tenha acompanhado os relatos das testemunhas em Auschwitz e tenha visitado o local. Uma investigação forense não foi exigida pela justiça, mas esta reclamou no veredicto que tal investigação não foi apresentada:
“Outra dificuldade foi que as testemunhas – compreensivelmente – puderam fornecer somente em raros casos detalhes precisos sobre locais e época de determinados acontecimentos. [...] Pois falta ao tribunal quase todas as possibilidades disponíveis de um processo criminal comum para formar um quadro fiel dos reais acontecimentos na época do assassinato. Faltam os cadáveres das vítimas, os protocolos das autópsias, laudos de peritos sobre a causa mortis e o horário das mortes; faltam as pistas dos assassinos, das armas do crime e assim por diante. Uma comprovação dos testemunhos foi somente possível em casos raros.” [Veredicto de Auschwitz 50/Ks 2/63, página 109]
Não é inacreditável? O tribunal confirma que os testemunhos do veredicto, elogiados por van Pelt, não puderam ser comprovados e eram imprecisos. Aqui segue novamente a respectiva passagem do veredicto, página 109:
“As testemunhas – compreensivelmente – puderam fornecer somente em raros casos detalhes precisos sobre locais e época de determinados acontecimentos… Uma comprovação dos testemunhos foi somente possível em casos raros.”
Para elucidação do “maior crime da humanidade” não foi exigido qualquer tipo de investigação criminal. Esta a herança do apagar das luzes a 8 de maio de 1945: com muita propaganda e “no grito”, é possível estabelecer uma Nova Ordem Mundial. Aqui reside farta justificativa para a desordem atual, onde ciência e razão sucumbem diante da emoção e dogmatização – NR.
Com testemunhos imprecisos e sem qualquer comprovação forense: foi desta forma, portanto, como o Holocausto de Auschwitz foi comprovado. E qualquer pessoa, que apresente o Relatório Rudolf e exija um debate livre, vai para trás das grandes por longos anos, até pelo resto da vida. E o Relatório Rudolf permanece irrefutável. Mais de 300 professores de química inorgânica das universidades da Alemanha não puderam ou não conseguiram encontrar qualquer erro no trabalho de Rudolf. O perito judicial suíço, Professor de química Dr. Henri Ramuz, atestou a competência científica de Rudolf e o diretor da Fundação judaica Anne-Frank, Hans Westra, disse a 27 de abril de 1995 na televisão belga (Panorama):

O verdadeiro Socialismo

O verdadeiro Socialismo


Quais foram as conquistas do Nacional-Socialismo na área de política social, além da eliminação do desemprego?


Em primeiro lugar ele eliminou a luta de classes, deu ao termo Socialismo um novo conteúdo e substituiu palavras e promessas por ações.





A 2 de maio de 1933, o NSBO (Nationalsozialistische Betriebszellenorganisation = Organização nacional-socialista das câmaras trabalhistas) assume os sindicatos. A 3 de maio de 1933, a Frente de Trabalho Alemã ocupa o lugar dos sindicatos, uma grande frente unida de todas as forças produtivas alemãs, a primeira e maior organização do mundo, onde empregador e empregado foram incorporados numa unidade trabalhista comunitária.



"Esta empresa está unida à Frente de Trabalho Alemã"





Após meses de intenso trabalho, é aprovado a 20 de janeiro de 1934 a Lei para regulamentação do trabalho nacional, a base para criação de uma política social nacional-socialista, sem contrapartida em qualquer lugar do mundo. Pela primeira vez, os termos “honra social” e “utilidade pública” (soziale Ehre e Gemeinnutz) foram fixadas por meio de lei. Ela se baseava nos três pilares nacional-socialistas: princípio da liderança, uso comunitário e honra.


A lei tinha sete subdivisões, onde as cinco mais importantes são:


- Líder do Conselho da fábrica e da confiança mútua
- Representante trabalhista do Reich
- Regulamentação trabalhista e tarifária
- Justiça da honra social
- Proteção contra demissão 


Com a promulgação destas diretrizes, o trabalhador alemão daquela época conquistou:


1. Justiça


Anteriormente, as relações trabalhistas estavam submetidas aos chamados “livres” contratos de trabalho e ao regateio do sindicato e associações do trabalho.


Com a lei, acima das livres decisões do diretor da fábrica está o poder do Estado, que através do Representante trabalhista do Reich pode fiscalizar se justiça e uso público prevalecem ante despotismo e interesse pessoal.


2. Eliminação da exploração


Anteriormente, o abuso de poder por parte do empresário, exploração maldosa da força produtiva e condições insalubres, eram combatidas através do longo caminho da ação judicial particular, que não estava ao alcance da maioria dos trabalhadores alemães.
Com a lei, os Representantes trabalhistas do Reich agem como procuradores do Estado para dirimir problemas também relacionados quanto à honra social. Um diretor que abusa na empresa de sua posição sobre os empregados ou viola a honra destes, se coloca sob as penas do tribunal social da honra (Ehrengericht). Casos particularmente mais graves podem destituir o diretor de sua função na empresa. Uma vez imposta a lei, culminou em 1935 na absolvição de somente 4 casos dentre os 156 processos de honra social.


3. fim da pressão sobre o salário


Obrigações e benefícios não são mais negociados agora no contrato de trabalho entre associações de classe em luta e conformados segundo a relação de força entre as partes, mas sim de forma razoável, onde o Representante trabalhista do Reich promove como órgão estatal a remuneração justa dos trabalhadores. Caso seja exigida a proteção do empregado, ele estipula condições mínimas trabalhistas para regulamentação das condições de trabalho, que não podem ser ignoradas. Peritos juramentados são convocados. Um diretor que não cumpre as condições mínimas fica sujeito às penalidades jurídicas. Os colaboradores podem exigir a qualquer momento o pagamento da diferença entre remuneração paga e o mínimo estipulado. Uma renúncia à remuneração mínima, por princípio, não tem efeito.


4. Pagamento do salário em caso de incapacidade


Anteriormente, em casos de doença ou acidente de trabalho, o pagamento ao trabalhador era raramente feito além dos primeiros três dias.
Com a nova lei, a continuação do pagamento continuava na maioria dos casos. Em cerca de 25% dos casos, já existia em 1937 até o pagamento de auxílio aos dependentes em caso de morte do empregado.


5. Proteção contra demissões


Grande esforço para manter o lugar de trabalho através de longos prazos de demissão. Até 1933, os trabalhadores tinham um prazo de 1 dia, em casos especiais, uma semana. Após 1933, em inúmero casos o prazo era de 2,3,4 e 6 semanas, até o fechamento do trimestre e no caso de longas relações trabalhistas, prazo de demissão de três meses.


6. dentro do possível, supressão da demissão em massa


O Representante trabalhista do Reich tem poder procurador para alterar o prazo de demissão. Dentro deste prazo, as demissões só poderão ocorrer com a permissão do Representante trabalhista. Com isso o colaborador tem uma ampla proteção diante de fechamentos.


7. proteções extras para os trabalhadores alemães


Anteriormente existia a exploração desmedida e o despotismo nas regras para remuneração. Após a lei, fixação da remuneração através do Representante trabalhista do Reich. Mais de 400 classes salariais. Os Representantes especialistas fixam uma justa remuneração do trabalhador nacional.


8. Regulamentação das férias


Anteriormente: férias do trabalhador eram totalmente ignoradas. Em contrapartida, desde 1934, em toda relação trabalhista as férias são consideradas. O prazo de direito às férias foi do anterior um ano, ou mais, reduzido em seis meses.


9. Gratificações de Natal, ajuda de férias e outros


Antes: comum somente para funcionários mais graduados
Após a lei: em muitas empresas, introduzido também para todos os colaboradores da empresa.




http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=137

Rompendo com a escravidão dos juros

Este rompimento significa a única e definitiva libertação do verdadeiro trabalho, que está preso aos poderosos das finanças e que dominam o sistema bancário mundial. Romper com a escravidão dos juros significa a reconstrução da personalidade livre, a salvação das pessoas da escravidão e da fascinação mágica de sua alma pelo consumismo ou, melhor dizendo, pelo mamonismo apátrida.

Abaixo segue um trecho do

Manifesto pelo rompimento da escravidão dos juros

escrito em 1919, por G. Feder.

"Quem quiser combater o capitalismo, tem que romper com a escravidão dos juros.

É surpreendente constatar, como a ideologia marxista, desde Marx e Engels, começando com o Manifesto Comunista e indo até o Programa de Erfurt [1], principalmente com Kautsky e também com os atuais poderosos socialistas, como se obedecendo a uma só voz de comando, deixa intocável os juros dos credores capitalistas. A santidade do juros tornou-se tabu; os juros são o todo-poderoso, também para os comunistas. Ninguém ainda ousou em mexer nos juros (aos templários foi emprestado dinheiro isento de juros). Enquanto valores como a propriedade, a nobreza, a honra, a segurança das pessoas e dos bens, o direito da Coroa, a convicção religiosa, a honra militar, a Pátria e a liberdade, situam-se mais ou menos dentro da regulamentação legal, os juros são sagrados e intocáveis. Noli me tangere! (Não me toque). Seu enorme peso arrasta o navio do Estado para o abismo; ele é um enorme engodo, ele é único e completamente erigido a favor dos grandes investidores.

Os grandes poderosos do mundo das finanças permanecem como a última força impulsora atrás do imperialismo anglo-americano, que abraça o mundo. Os grande financistas financiaram de fato as cruéis mortes de seres humanos na Guerra Mundial. Os grandes financistas, certamente como os proprietários de todos os grandes jornais, envolveram o mundo em uma rede de intrigas. Eles incentivaram com prazer toda a paixão, o desejo pelo luxo, o consumismo, as saudades sem sentido e as utopias... O espírito do consumismo queria somente conhecer os números da exportação, números sobre a riqueza nacional, sobre o aumento e projetos das grandes corporações financeiras, sobre os financiamentos internacionais, etc. E levou à bancarrota a moral pública, os círculos dirigentes ao materialismo e na vontade ao prazer, a uma banalização da vida nacional, todos estes fatores que carregam a culpa pelo terrível colapso.

Os juros, a cômoda transferência de bens sem esforço e sem fim, o proprietário do capital sem qualquer tipo de trabalho, deixou crescer as grandes corporações financeiras. Os juros do dinheiro são o início criminoso de onde se origina a Internacional Dourada - o Super-capitalismo.

E o Direito Romano, onde está baseado nosso Direito, foi criado para proteger o grande capital e o usurário; pois é o Direito a serviço de uma Plutocracia.

A insaciável cobiça pelos juros do empréstimo do grande capital é a fuga ao trabalho humano. As receitas das casas dos Rothschild, dos Kahn, Loeb, Speyer, Schiff, Morgan, Vanderbilt e Astor, estimadas juntas em pelo menos sessenta ou setenta milhões, com um rendimento de 5% de juros, significa para estas oito famílias um rendimento de 75% dos contribuintes da Prússia no ano de 1912, que era constituída por 21.000.000 de almas. Oito multimilionários têm o mesmo rendimento do que 38 milhões de alemães.

Através de uma intensiva campanha de esclarecimento, tem-se que expor ao povo de forma clara, que o dinheiro nada mais deve representar do que um vale para o trabalho executado, que aquela economia desenvolvida necessita o dinheiro como meio de troca; mas que com isso a função do dinheiro está terminada e de forma alguma pode ser transferido ao dinheiro, através dos juros, um poder sobrenatural que cresce por si só ao custo do trabalho produtivo".

Notas:

[1] Em 1891, Karl Kautsky, juntamente com August Bebel e Eduard Bernstein, elaboram o Programa de Erfurt do partido SPD. Tendo como base a teoria marxista, almejou-se uma sociedade socialista na Alemanha. Após a morte de Engels, Kautsky tornou-se o mais importante e influente teórico do SPD.
Luta contra as altas finanças


Nesta obra, Feder descreve como a economia de um país pode sobreviver sem o sistema financeiro baseado na exploração dos cidadãos através da escravidão dos juros. Sua explanação sobre a criação dos Bancos Sociais da Construção Civil para intensificar este setor da economia é de gigantesca genialidade. Basta aqui citar que em plena crise financeira do início da década de 30, da qual os países aliados somente conseguiram sair graças à guerra contra a Alemanha, esta conseguiu reduzir o número de desempregados de 5,2 milhões em 1933, para menos de 1 milhão em 1937.


Vejamos o que Feder escreve no prefácio de seu livro, em 1932:


Nós estamos no décimo ano após o memorável 9 de novembro de 1923. Na véspera deste dia, em 8 de novembro, nosso Führer escreveu o prefácio para meu livro “O Estado alemão sob bases nacionais e sociais” e ali a frase: “O acervo bibliográfico de nosso movimento recebe aqui sua catequese”. Um pequeno período na vida de nosso povo ao longo do tempo, mas observando o desenvolvimento de nosso Movimento e a história de nosso povo neste espaço de tempo, é um período dos mais importantes e decisivos. Pois estes poucos anos levaram a maioria dos nacionalistas alemães a reconhecer a salvação no Nacional-Socialismo e, passo-a-passo, o resultado do desalmado Tratado de Versailles comprovaram o direito e a legitimidade de nossas reivindicações. Nosso Führer permaneceu nestes decisivos anos à nossa frente numa exemplar retidão. Os objetivos programáticos do Movimento que foram postulados inicialmente, permanecem válidos e inalteráveis.


(...)


Em maio de 1919, logo após a publicação de meu artigo “A via radical”, eu proferi uma palestra em um curso para soldados, entre os quais se encontrava Adolf Hitler. Adolf Hitler escreveu sobre isso em seu livro “Mein Kampf” (I, pág. 229):


“Pela primeira vez na minha vida, assisti a uma exposição de princípios relativa ao capital internacional, no que diz respeito a movimentos de bolsa e empréstimos. Depois de ter ouvido a primeira preleção de Feder, passou-me imediatamente pela cabeça a idéia de ter então encontrado uma das condições básicas para a fundação de um novo partido. 
Aos meus olhos o mérito de Feder consistia em ter pintado, com as cores mais fortes, o caráter especulativo, assim como econômico, das bolsas e dos empréstimos internacionais e ter mostrado a sua eterna condição prévia de aplicar juros. As suas exposições eram tão certas em todas as questões fundamentais, que os críticos desde logo combatiam menos a veracidade teórica da idéia do que a possibilidade prática de sua execução. Assim, o que aos olhos dos outros era considerado o lado fraco das idéias de Feder, consistia aos meus o seu ponto mais forte.”


E segue com:


“Quando assisti à primeira conferência de Gottfried Feder sobre o ‘rompimento da escravidão dos juros’, percebi imediatamente que se tratava aqui de uma verdadeira teoria destinada a imensa repercussão no futuro do povo alemão. A separação acentuada entre o capital das bolsas e a economia nacional, oferecia a possibilidade de se enfrentar a internacionalização da economia alemã, sem ameaçar o princípio da conservação da existência nacional independente, na luta contra o capital. Eu via com bastante clareza o desenvolvimento da Alemanha, para não perceber que a maior luta não seria contra os povos inimigos, e sim contra o capital internacional. Senti na conferência de Feder o formidável grito de guerra para a próxima luta.”


Nas páginas seguintes serão tratadas as principais questões a cerca da política nacional-socialista financeira e econômica. Este livro não substitui meu artigo “O Estado alemão sob bases nacionais e sociais”, que permanece antes de tudo ao seu lado como coletânea básica dos assuntos tratados, e não quer suprimir uma representação detalhada e sistemática desta área econômica. (...)


Murnau, em outubro de 1932.


Prefácio da quinta edição


Em 30 de janeiro de 1933, o presidente do Reich, von Hindenburg, nomeou Adolf Hitler como chanceler do Reich. Em 5 de março, o povo alemão ratificou que acredita no Führer. O Reich Alemão é nacional-socialista. Foi possível, passo-a-passo, cumprir as preposições que nós reivindicamos durante 14 anos.
Este livro, que foi concebido para ser um registro documentário, tornou-se agora um documento do Movimento, fruto da esperança e de uma realidade segura. Por isso ele reaparece aqui sem alterações.


Murnau, em setembro de 1934




 
6 anos antes do início da guerra!!


Fica claro que a maior luta para libertação dos povos é aquela contra o capital internacional. No caso alemão, logo que Hitler assumiu a posição de chanceler do Reich, aqueles grupos oligárquicos que tinham influência ou detinham os meios para tal empreitada, já clamavam em 24 de março de 1933 para o boicote econômico contra o jovem governo nacional-socialista, apenas cerca de 50 dias após a posse de Hitler.



Ernst Zündel foi libertado!

1/3/2010
“Nós temos Ernst no carro! Está tudo bem!”


Hoje de manhã, às 8:15 horário local, foi libertado o dissidente Ernst Zündel após sete anos de prisão, cinco dos quais na prisão de Mannheim, Alemanha.



Hoje de manhã, às 8:15, Ernst Zündel foi libertado


Totalmente livre Ernst Zündel não está, pois terá que cumprir agora mais dois anos de condicional, que podem ser prorrogados para cinco anos caso haja algum “incidente”. Na sua libertação, Zündel foi recebido por diversas pessoas, entre elas a advogada Alexandra Ritterhaus, e os companheiros de luta Ursula Haverbock, Lady Michele Renouf, Günter Deckert e o advogado Herbert Schaller, além de alguns jornalistas.


Abaixo segue uma breve mensagem da esposa de Ernst Zündel:


A todos nossos amigos por todo o mundo!


Nosso “prisioneiro de guerra”, o mundialmente famoso combatente pela liberdade Ernst Zündel, foi libertado hoje após sete anos da prisão de Mannheim! Às 2:45 de hoje, eu recebi um telefonema de nossa amiga britânica , Lady Michele Renouf, que me disse: “Nós temos Ernst no carro! Está tudo bem!”


Eu pude então trocar algumas palavras com meu marido. Ele me disse que está em segurança e que ele me ligará um pouco mais tarde para me falar dos detalhes.


Meia hora depois, eu recebo a notícia por Fax de sua advogada, Alexandra Ritterhaus, que me participa brevemente:


“Ernst está em liberdade! Algumas pessoas estavam lá, mas tudo ocorreu em paz. Eu não tive oportunidade para falar com ele, mas ele estava com uma aparência feliz!”

Depois eu espero poder reportar mais detalhes. O mais importante: Ernst está em liberdade – e não houve dificuldades ou contratempos!



Hoje de manhã, às 8:15, Ernst Zündel sai da prisão, acompanhado de seu advogado Dr. Herbert Schaller


Aqui temos Ernst com seu fiel advogado, Dr. Herbert Schaller, que lutou bravamente pelos seus direitos!


Saudações do coração,

Ingrid Zündel